A 1ª estampa refere-se ao rali do Caraculo.
Na foto que segue o moçamedense Carlos Cristão dá a ordem de partida num local junto do edifício dos Correios.
Na 3ª junto ao edifício dos CTT, podendo ver-se ao fundo, o edifício dos Caminhos de Ferro.
Na 4ª foto, algumas jovens basquebolistas do Atlético Clube de Moçâmedes
assistindo às provas numa das arcadas da varanda do edifício dos
Correios. São elas: Minelvina Cruz, Leonilde de Sousa (Nide), Susete
Freitas, Júlia Jardim. Embaixo: ? e Geraldo.
Na 5ª foto, no mesmo local são Luísa Pólvora Dias, Zete Veiga e Nelinha Costa Santos.
As
seguintes mostram outros tantos momentos das provas automobilísticas
que em todos os casos, representavam semre um dia de festa.
Moçâmedes
parava quando aconteciam circuitos automóveis e ralis. Aliás, todas as
cidades de Angola paravam quando havia alguma prova , fosse em que
cidade fosse: Moçâmedes, Lobito, Sá da Bandeira, Nova Lisboa, Benguela
Luanda...
Eram de início circuitos de ruas, demarcados com pneus e fardos de
palha colocados em volta dos percursos, em pontos estratégicos e a certa
distância das curvas, para evitar despistes e as suas consequências,
uma vez que as localidades enchiam-se de gente, e muitas vezes, até não
caberem mais. Nesses tempos participavam carros de turismo de diversas
marcas e níveis de preparação, todos disputando as provas e correndo
juntos, sem distinção. Corria-se porque se gostava, por amadorismo, e os
carros com que se corria eram os mesmos do dia a dia e até os pneus
eram os mesmos fosse qual fosse o seu piso. Mais tarde as pistas
angolanas evoluiram com novas aquisições, novas marcas de automóveis
coçevam a chegar a Moçâmedes, de entre as quais o Porsche 904 GTS
adquirido por Henrique Ahrens de Novais etc. E na década de 1970 as
provas eram já divididas em corridas distintas de pilotos consagrados e
de pilotos iniciados.
Moçâmedes parava quando aconteciam circuitos automóveis e ralis. Aliás, todas as cidades de Angola paravam quando havia alguma prova , fosse em que cidade fosse: Moçâmedes, Lobito, Sá da Bandeira, Nova Lisboa, Benguela Luanda...
Eram de início circuitos de ruas, demarcados com pneus e fardos de palha colocados em volta dos percursos, em pontos estratégicos e a certa distância das curvas, para evitar despistes e as suas consequências, uma vez que as localidades enchiam-se de gente, e muitas vezes, até não caberem mais. Nesses tempos participavam carros de turismo de diversas marcas e níveis de preparação, todos disputando as provas e correndo juntos, sem distinção. Corria-se porque se gostava, por amadorismo, e os carros com que se corria eram os mesmos do dia a dia e até os pneus eram os mesmos fosse qual fosse o seu piso. Mais tarde as pistas angolanas evoluiram com novas aquisições, novas marcas de automóveis coçevam a chegar a Moçâmedes, de entre as quais o Porsche 904 GTS adquirido por Henrique Ahrens de Novais etc. E na década de 1970 as provas eram já divididas em corridas distintas de pilotos consagrados e de pilotos iniciados.
As seguintes mostram outros tantos momentos das provas automobilísticas que em todos os casos, representavam sempre um dia de festa.

Na curva da Fortaleza: José Pedro Bauleth e Moinhos? Uma multidão assiste às provas tendo à frente a protecção com sacos de areia. Ao fundo, o Cine Moçâmedes.
Avenida da Praia do Bonfim em dia de provas.
Assistindo à provas sobre o muro da Fortaleza e em frente ao Palácio do Governador: Arménio Jardim, Rui Alberto Sousa Jardim Leonel Sousa e Ana Paula Almeida Jardim..
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