No
Canjeque, a caminho do rapa (pequena traineira) «Nidia Maria»,
propriedade de Virgilio Nunes de Almeida. Margareth, Nidia e um
empregado da pescaria.

Nesta
foto, é visível a pescaria da Sociedade da Ponta Negra. Ld., de que
eram sócios, Virgilio Nunes de Almeida, António Bernardino e ? Matos.
Mais tarde as instalações desta pescaria foi vendida à «Projeque»

Canjeque

Canjeque
Pescarias de Canjeque sul a serem fustigadas por uma grande calema (1955)
Pescarias de Canjeque sul a serem fustigadas por uma grande calema (1955)
Pescarias de Canjeque sul a serem fustigadas por uma grande calema (1955)
Sacada em plena faina
Pescarias de Canjeque sul a serem fustigadas por uma grande calema (1955)
Pescarias de Canjeque sul a serem fustigadas por uma grande calema (1955)
Sacada em plena faina
Pequena traineira (rapa)
Foi no Canjeque, entre a Praia Amélia e a Ponta do Pau do Sul, que em finais dos anos 1940, inícios de 1950 surgiu a 1ª pescaria, pertença da Sociedade Industrial da Ponta Negra Lda., cujos sócios eram Virgilio Nunes de Almeida, António Bernardino e Matos. Em seguida, com o desmantelamento das primitivas pescarias na Torre do Tombo, em plena baía de Moçâmedes, e a deslocalização das mesmas, transferiram-se para ali algumas delas , como foi o caso da pescaria de Eduardo (Aníbal) Nunes de Almeida, mais tarde vendida à sociedade Manuel Vicente e Joâo Viegas Ilha.
As instalações da Sociedade Industrial da Ponta Negra Lda, mais tarde desfeita, deu lugar à «Projeque», Sociedade Anónima por Acções, de que faziam parte um grupo de industriais cujas pescarias haviam sido desmanteladas por força da construção da avenida marginal e do porto de cais.
Numa primeira fase, a Projeque esteve voltada para a indústria de peixe seco, tendo porém evoluido para a industrialização de farinhas e óleos de peixe, para o que teria contribuido a entrada de novos associados, entre os quais António Gonçalves de Matos, José Cicorel, Lourenço, e outros que a memória não permite recordar.
A «Projeque», tendo à sua frente os administradores Carlos Manuel Guedes Lisboa e João Viegas Ilha, viria a ser um dos empreendimentos que obteve maior sucesso em Moçâmedes, reportando-me, é claro, às condições com que esta Sociedade fora criada, ou seja, por pequenos industriais deslocalizados e sem qualquer ajuda do Estado, e tendo em conta que outros tantos deslocalizados que desta sociedade não quizeram fazer parte, acabariam por sucumbir ou por se dedicar, até ao fim dos seus dias, à pesca à linha e venda de peixe fresco destinado às peixarias.
Moçâmedes possuia várias industrias de pesca de sucesso , entre as quais seria de salientar a de Joâo Duarte e a Venâncio Guimarães, ambas na Praia Amélia e as de Torres e Irmão e de Patrício Lda. , ambas no Saco do Giraúl, para além das muitas mais que existiam em todo o distrito que englobava Baía dos Tigres, Porto Alexandre (Tombwa), Pinda, Cabo Negro, Baia das Pipas, Mucuio, Mariquita, Chapéu Armado, Baba, São Nicolau (Bentiaba), Vissonga, Lucira.
Sobre pesca em Moçâmedes: clicar AQUI
Fotos (4ª, 5ª e 6ª) gentilmente cedidas por Pedro Ilha.
As instalações da Sociedade Industrial da Ponta Negra Lda, mais tarde desfeita, deu lugar à «Projeque», Sociedade Anónima por Acções, de que faziam parte um grupo de industriais cujas pescarias haviam sido desmanteladas por força da construção da avenida marginal e do porto de cais.
Numa primeira fase, a Projeque esteve voltada para a indústria de peixe seco, tendo porém evoluido para a industrialização de farinhas e óleos de peixe, para o que teria contribuido a entrada de novos associados, entre os quais António Gonçalves de Matos, José Cicorel, Lourenço, e outros que a memória não permite recordar.
A «Projeque», tendo à sua frente os administradores Carlos Manuel Guedes Lisboa e João Viegas Ilha, viria a ser um dos empreendimentos que obteve maior sucesso em Moçâmedes, reportando-me, é claro, às condições com que esta Sociedade fora criada, ou seja, por pequenos industriais deslocalizados e sem qualquer ajuda do Estado, e tendo em conta que outros tantos deslocalizados que desta sociedade não quizeram fazer parte, acabariam por sucumbir ou por se dedicar, até ao fim dos seus dias, à pesca à linha e venda de peixe fresco destinado às peixarias.
Moçâmedes possuia várias industrias de pesca de sucesso , entre as quais seria de salientar a de Joâo Duarte e a Venâncio Guimarães, ambas na Praia Amélia e as de Torres e Irmão e de Patrício Lda. , ambas no Saco do Giraúl, para além das muitas mais que existiam em todo o distrito que englobava Baía dos Tigres, Porto Alexandre (Tombwa), Pinda, Cabo Negro, Baia das Pipas, Mucuio, Mariquita, Chapéu Armado, Baba, São Nicolau (Bentiaba), Vissonga, Lucira.
Sobre pesca em Moçâmedes: clicar AQUI
Fotos (4ª, 5ª e 6ª) gentilmente cedidas por Pedro Ilha.





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