Texto coberto pelas leis de Copyright. Partilha impõe o respeito por essas leis , identificando o nome e proveniência do autor, sendo considerado PLÁGIO quem não as respeitar. MariaNJardim

09 outubro 2008

Traineira "Albino da Cunha" (Porto Alexandre)

 
 
 
1. Vista aérea de Porto Alexandre, a pequena cidade litorânea mais ao sul de Angola, edificada em pleno deserto do Namibe, a 100 km de Moçâmedes, que em 1975 era já o maior centro piscatório , não apenas de Angola como de toda a África. Mais de 90% do sector piscatório do distrito de Moçâmedes, encontrava-se ali representado. Era tão grande o número de pescarias que se perfilavam ao longo da praia de Porto Alexandre, que já não havia condições para mais. O mar de Porto Alexandre até à Baía dos Tigres era riquíssimo em pescado; talvez por força da corrente fria de Benguela acrescida ao facto de não haver pescarias a montante, os cardumes chegavam ali em abundância. As indústrias da pesca que mais floresceram em Porto Alexandre e em todo o distrito de Moçâmedes até 1975 foram a salga e seca (peixe seco e meia cura), a congelação, as farinhas e os óleos de peixe e as conservas. Porto Alexandre não tinha porto de acostagem para navios de grande porte, e a farinha de peixe que produzia era escoada assim, ou através de Moçâmedes, onde era embarcada no porto indo para ali de camião, ou em batelões (embarcações de convés raso) rebocados por uma lancha até acostar ao navio e em seguida içada através do guincho do navio. Os sacos eram amarrados com uma corda grossa (linga), daí o termo «lingada» atribuido ao conjunto de sacos que saía do batelão e entrava no porão do navio sendo em seguida arrumado alo, normalmente por indígenas, ou mais propriamente, mucubais. Uma curiosidade. À ilha de Porto Alexandre era comum verem-se focas, muitas focas.Era um fenómeno curioso e agradável de se ver, o facto de haver focas e pinguins numa terra quente como Porto Alexandre., que deixaria incrédulo, qualquer visitante, sem perceber o que estaria por detrás de tal fenómeno. O mar do distrito de Moçâmedes era de facto um mar muito rico em pecado, aspecto que se deve à corrente fria de Benguela que constitui um dos mais importantes factores de moderação climática da zona. Como funciona este assunto? De maneira bem simples. Um dos braços da corrente quente do Brasil que aparece sobre o Equador, avança para o Atlântico Sul e acompanha as costas do Brasil e da Argentina. Nos mares da Antártida choca contra as geleiras da região, apodera-se de icebergues e mistura-se com outras correntes de água fria. Então começa a desviar-se em direcção à costa ocidental de África e passa a denominar-se corrente fria de Benguela. Arrastando grandes blocos de gelo, avança com eles em direcção à costa de Angola. Cada icebergue é um zoológico ambulante onde navegam grupos de focas e pinguins, muitos dos quais terminam a sua viagem nas praias da Baía dos Tigres, Tômbua e Namibe. 2. e 3. Duas perspectivas da traineira «Albino da Cunha», em Porto Alexandre. Albino da Cunha foi um dos grandes empreendedores do distrito de Moçâmedes, quer a nível da actividade comercial, quer a nível da actividade industrial, designadamente no que diz respeito à industria piscatória. Devido a diversas vicissitudes a empresa de Albino da Cunha acabaria por entrar em insolvência no decurso da grande crise piscatória que afectou o distrito nos anos 50, tendo no entanto conseguido recuperar completamente com a gestão de seu filho, Dr. Úrbulo Cunha, que não só liquidou todas dívidas à banca, designadamente ao Banco Angola, como a fez progredir, encontrando-se em 1975 em franca expansão. Houve, no entanto, por todo o distrito de Moçâmedes outras boas empresas que não conseguiram ultrapassar esta crise que avassalou a indústria piscatória e levou muitas delas à falência e ao total desaparecimento, tais como Carvalho de Oliveira & Cª. Lda., Casal dos Herdeiros de João Maria Inácio, J. Patrício Correia, Portela & Guedes, Angopeixe, Torres & Irmão, Lda., Marcelino de Sousa, Conserveira do sul de Angola, Manuel Nunes de Carvalho & Filhos, Lda., SOS (Soc. Oceânica do Sul), etc. Importa referir que a crise dos anos 50, por arrastamento, também se estendeu a actividade comercial do distrito de Moçâmedes, actividade que girava à volta da indústria piscatória, afectand0-a ainda que transitoriamente. Nesta foto podemos ver junto à referida traineira alguns elementos da família de Constantino do Ó Faustino, sócio da firma “Antunes da Cunha”, em Porto Alexandre. Sobre esta família encontrei na Net a seguinte referência:
«FAMÍLIA DO Ó FAUSTINO
Era uma família numerosa e antiga que, em parte, se dispersou. Nesse tempo o seu membro mais representativo era o Constantino, sócio minoritário da firma “Antunes da Cunha” e cunhado do sócio principal, que era o velho Albino da Cunha. A sua secção comercial era a mais importante nesses primeiros tempos. O Albino tinha um filho, o Joaquim Albino, que jogou futebol na Académica. Um seu sobrinho, o John, foi o meu maior amigo dessa época, teve um desastre de avioneta em Moçâmedes e ficou parcialmente paraplégico, morrendo poucos anos depois, em Lisboa.» (1) (1) ver mais neste blog dedicado a Porto-Alexandre, GeoHistHaria outras famílias de Porto Alexandre: Sampaio Nunes Tendinha Martins da Silva Sacramento Pacheco Sancadas Arrobas da Silva Viegas Pisoeiro Romão Bodião Barreto Cruz Peleira Gaspar Neves Graça Piedade Martins Fac-simile do saco de farinha de peixe da SIAL (Soc. Ind. Alexandrense, Lda.), frente e verso. Créditos de imagem www.kadypress.blogspot.com   

Gente de Moçâmedes: famílias Pestana e Costa Santos

 
 
1ª Foto: Nos anos 1950, Moçâmedes era uma cidade pequenina onde toda a gente se conhecia e todos eram primos e primas. Em consequência as pessoas conviviam muito em família e entre amigos, através  de almoços efectuados nas Hortas e nas praias dos arredores, piqueniques, etc etc.   É o caso desta foto que nos mostra uma família reunida para o almoço, à sombra de um telheiro na pescaria de Venâncio Guimarães, na Praia Amélia. Trata-se da família Pestana/Costa Santos: À esq., Francelina Almeida (mãe de Júlio Almeida) com a neta, Vina Almeida, ao colo. Ao centro/fundo, Maria Pestana, José Pestana (o encarregado da pescaria), Zeca Pestana, Oswaldo Sampaio Nunes, e Lita Pestana (esposa de Júlio de Almeida, que se encontra de pé, ao fundo). À direita, junto ao pilar de cimento, Olinda Pestana, seguida de C. Costa Santos (Carriço) e Julieta Costa Santos.  
 
  2ª foto: Reconheço Lita Pestana e Zeca Pestana tendo ao colo os pequeninos Vina e Juleco. À frente: Nélinha Costa Santos, ? e Calinhas,
 
 
Era comum em Moçâmedes, nas décadas de 40 e 50, juntarem-se grupos de famílias e amigos no Verão, aos domingos, em almoçaradas na Praia Amélia. Os preparativos para a viagem começavam bem cedo, pela manhã, para que o precioso tempo fosse aproveitado o melhor possível já que muito havia a fazer até à hora do almoço. Ao chegarem ali, os homens do grupo munidos com linhas, isco e anzóis faziam-se ao mar em busca de meros, pargos, garoupas, etc., que geralmente encontravam ali bem perto, no canal, tendo em vista uma boa caldeirada. Às mulheres, cabia-lhes os preparativos para o almoço, o ponto alto da festa. Para tal haviam levado consigo panelas, pratos, talheres, toalhas, guardanapos, pão, fruta, sobremesas, o vinho que não podia faltar, os refrigerantes para as crianças e todos os ingredientes necessários (tomate, cebolas, batatas, alho, farinha de milho, óleo de palma, etc...). Quanto ao transporte, utilizavam-se carrinhas de caixa aberta com carroceria, a fim de caberem nelas o grande número de pessoas que faziam parte do grupo. E assim se viajava naquele tempo, uns três ou quatro à frente, um grupo enorme de cerca de uma dezena de pessoas, sentadas ou de pé, atrás, cabelos ao vento, com a força da aragem a bater no rosto, mas sempre, sempre, com o ar radiante de quem vai para a praia para se divertir verdadeiramente. Importa referir, porém, que em termos de transporte nem sempre foi assim. No início, quando os carros eram poucos ou nenhuns, ia-se de embarcação a partir das várias pontes das pescarias que na altura circundavam a baía na zona da Torre do Tombo, antes da construção da marginal. Escusado será dizer que às vezes havia gente que enjoava no caminho e estragava a sua festa.  
 
Mas voltemos aos anos 50. Chegados à Praia Amélia, era geralmente para a Pescaria de João Duarte que as pessoas se dirigiam. Verdade seja dita, João Duarte era de facto um homem como uma mentalidade aberta, uma vez que permitia que toda aquela gente, quase por sistema, invadisse as instalações da sua pescaria aos fins de semana, desde a zona destinada aos tanques de salga até ao extremo da ponte. A ponte da pescaria de João Duarte era de facto um grande atractivo para os mais novos, que, assim que chegavam a Praia Amélia corriam em direcção a ela para se atiravam ao mar em mergulhos acrobáticos e saltos mortais (na zona havia um fundão), mostrando deste modo as suas habilidades. Uns tomavam banhos de mar mesmo ali junto a ponte, na zona do fundão, outros partiam em correria louca pela praia fora para se atirarem às altas ondas do mar, que um pouco mais adiante sempre se faziam sentir, enquanto outros ficavam espalhados por aqui e por ali, deitados na areia da praia a tomar banhos de sol, ou conversando, todos a aguardando a hora do saboroso «repasto» e da confraternização geral. Recordo que uma das caldeiradas preferidas na época em Moçâmedes era a de corvina , peixe que se prestava muito a este tipo de refeição, que muitas vezes levava, em vez de azeite, o óleo de palma, para além do imprescindível piri-piri... O acompanhamento era à boa maneira africana, uma «piroada» de farinha de milho amarelo. Era de comer e chorar por mais! E se a caldeirada em vez de corvina, fosse de barbelas de corvina, tanto melhor. A variedade de peixes também era uma opção. A partir da década de 60, a prática das almoçaradas na Praia Amélia caiu em desuso, ficando delas a grata recordação de inesquecíveis momentos de convívio que mobilizaram durante décadas, gente todas as idades, familiares e amigos. Não obstante esta praia continuou a receber como sempre os veraneantes e os amantes da pesca desportiva e submarina, que não se cansavam de se dirigirem para ali, ou para outras praias da zona, tais como a Praia das Barreiras e a Praia Azul.

04 outubro 2008

Escola particular do Cabo Almeida na Torre do Tombo: década de 40















Havia na Torre do Tombo um Cabo da Guarda Fiscal (reformado), pessoa culta para a época, que dava explicações a crianças pequenas até à 4ª classe, na sua casa no bairro conhecido por «Bairro Feio», na rua onde ficavam as últimas casas, já de costas para o deserto (Rua Ponce Leão). Chamava-se Caetano José de Almeida, mais conhecido pelo Cabo Almeida da Guarda Fiscal, que fez parte da Comissão Organizadora para a criação do Sport Lisboa e Moçâmedes (1ª denominação do Sport Moçâmedes e Benfica), juntamente com Armando Guedes da Silva, Manuel Guedes da Silva, Júlio Andrade e João de Almeida, todos dissidentes do Ginásio Clube da Torre do Tombo, e todos residentes na Torre do Tombo, bairro onde o Benfica teve a sua primeira sede em 10 de Setembro de 1936. Mais tarde José Caetano de Almeida acabaria por ser excluído da referida lista, por motivos que não vou aqui referir.

Esta foto foi tirada por volta de 1947 e reconheço algumas das crianças que aqui estão, entre elas, em cima, à dt. o irmãos Lopes?, ao centro o Zé Duarte e irmão(ambos de boné ao centrio) tendo ao lado o Carlos Lisboa, e um pouco atrás e à dt. os irmãos Esteves, o Pedro Eusébio (atrás) o Manuel Cambuta (o 1º sentado à esq.), e as meninas ao centro parecem-me as primas Ildete Bagarrão, Antonieta Bagarrão, Claudete Bagarrão e Eduarda Vicente.

03 outubro 2008

Era assim a estrada antiga, através da Serra da Chela, de Moçâmedes para o Lubango: anos 50




 
 
 
Estas fotos mostram-nos bem como era a  estrada que ligava, através da Serra da Chela, as cidades de Moçâmedes e Sá-da-Bandeira, com o pormenor curioso de ter sido tirada por alguém que nesse dia (década de 50 do século passado) tivera ali um acidente com a sua carrinha, como se pode verificar. Trata-se de José Vicente Arvela, residente na cidade de Moçâmedes.

Sem dúvidas, se através da Leba, o trajecto é de suspender a respiração, o que seria nestes tempos em que as estradas apresentavam o aspecto que aqui vemos? O casal proprietário desta carrinha, como se pode ver clicando na 2ª foto para ampliar, naquele tempo em que não existiam telemóveis, nada mais pôde fazer senão ficar ali parado à espera de alguém de passagem que os pudesse socorrer, enquanto tentavam evitar, através de cordas amarradas a árvores e às rochas, que a mesma se despenhasse precipício abaixo.

Esta foto também permite imaginar  a odisseia dos primeiros grupos de povoadores portugueses, que, saídos do Funchal (Ilha da Madeira), no navio  India, em Outubro de 1884, desembarcaram em Moçâmedes após mês e meio de penosa viagem, para em seguida, e mais penosamente ainda,  fazerem a travessia do deserto e escalarem a Chela a pé,  em tipóias, ou em carros puxados por bois, animados apenas pela esperança de encontrar nas terras altas da Huíla  (planalto de Mossâmedes) um futuro melhor que a pátria-mãe lhes negava.

Até à inauguração da estrada através da Leba, no início da década de 70, a transposição da Chela era feita mais a norte, pela garganta da Chela, por uma estrada quase paralela ao Caminho de Ferro e que passava por dentro de Vila Arriaga. Tinha uma extensão de 221 quilómetros, a maior parte em terra-batida e praticamente sem obras de arte, o que significava ter de atravessar linhas de água que na época das chuvas se transformavam em rios caudalosos e lanços muito íngremes sujeitos a deslizamento de terras. Aquele percurso que na época seca demorava de carro de 3 a 4 horas, na estação das chuvas chegava a demorar um dia inteiro e às vezes mais…

Sem dúvidas, esta estrada que aqui vemos foi até ao início da década de 70 uma autêntica barreiras ao progresso da região de Moçâmedes (Namibe) que ficava bloqueada numa periferia, entalada entre o deserto e o mar, prejudicada na colocação nos mercados de produtos derivados da pesca, no incremento do turismo, nas relações comerciais, etc. etc. Após a conclusão da estrada através da Leba passou a verificar-se uma maior rentabilidade na colocação de peixe congelado em Sá-da-Bandeira (Lubango), uma vez que os carros saiam de Moçâmedes, às 7 manhã e às 9,3o o pescado já se encontrava à venda nas bancas das peixarias daquela cidade, passou a haver um muito menor desgaste ao nível dos camiões e carros ligeiros (pneus, suspensão, etc.) e um maior intercâmbio turístico entre as duas cidades, sobretudo na época balnear, e por ocasião das Festas do Mar, etc. etc.

Lamentavelmente, o potencialmente rico território de Angola só começou verdadeiramente a desenvolver-se após os trágicos acontecimentos perpretados pela UPA, nas fazendas do norte de Angola em 1961, quando Salazar, optando pela guerra, lançou o grito de alarme «Para Angola, rapidamente e em força...». Portanto em condições que não deixavam antever nada de bom no futuro para as populações brancas, na sua maioria gente pacifica que ali trabalhava e por amor à terra, ali enterrava o fruto do seu trabalho.

Foi a partir daí que a par de uma situação de guerra que durou 13 longos anos, e que poderia ter sido evitada, ao mesmo tempo que Portugal procurava consolidar a sua presença em Angola e cativar as populações indígenas, se assistiu a um autêntico «boom» na economia do território, com a abertura a capitais estrangeiros, o alargamento e integração do mercado interno, a valorização dos recursos naturais, o desenvolvimento da produção industrial e agrícola, a implementação de obras públicas e de fomento, a multiplicação de vias de comunicação, estradas, pontes, linhas férreas, etc. etc. Durante este período assistiu-se também a um esforço  enorme para levar a escola a todos os cantos de Angola, beneficiando, finalmente, neste campo, as populações indígenas. Mas era tarde demais!

Foi nesse contexto de mudança que em meados da década de 60 tiveram inicio os estudos para a construção da estrada que ficou conhecida por estrada da Leba, essa obra colossal  de de quem concebeu o percurso da extraordinária estrada projectada no serpentear duma altitude colossal e que nos leva da cidade do Lubango através do deserto do Namibe, a Moçâmedes e ao mar, e cuja inauguração viria a acontecer já nas vésperas da independência de Angola, em 1974, sendo considerada uma das realizações mais emblemáticas de Angola.
Outro filme sobre os ataques da UPA/1961



 PLANANDO VOU...


QUANDO VOLTAR AO ALTO DA CHELA,BEM DE CIMA DO MAIS ALTO MIRADOURO,
VOU LANÇAR.ME, ASSIM, E VOU À VELA,POR AQUELE COLOSSAL SORVEDOURO

POR CIMA DA BIBALA, TODO ESTICADO,A PLANAR, SEMPRE EM FRENTE, PASSAREI O MUNHINO, A PEDRA GRANDE E EMBALADO,O AR QUENTE DO DESERTO SOBREVOAREI

JÁ DISTINGO LÁ EM BAIXO TERRAS DO GIRAUL, AQUELE PEQUENO OÁSIS SEMPRE ESVERDEADO,

DEPOIS O AZUL DO MAR, A PONTA DO PAU DO SUL, A FORTALEZA, A BAIA, E O PORTO DO SACO AO LADO

RODEEI A CIDADE, RUAS, LARGOS E TRAVESSAS, A CADA

HÁ GENTE, EM MULTIDÃO, NA PRAIA SE ACUMULANDO
OUTRO TANTO SEGUE PRÓ AEROPORTO, ÀS AVESSAS.

ESCOLHO, PARA AMARAR, A PRAIA DA MIRAGEM. NO SILÊNCIO, LÁ EM BAIXO, POSSO OUVIR O MARULHAR

E DESFAZER DAS ONDAS NO SEU CONSTANTE VAI-VEME, NUM POENTE DE FOGO, CAIO DE PARAQUEDA NO MAR...

NECO
....................




Colégio Nossa Senhora de Fátima de Moçâmedes
















Grupo de alunas, com os respectivos professores e familiares, do Colégio de Nossa Senhora de Fátima de Moçâmedes (Colégio das Madres), 1ªs. classes do Primário - 1966 /67??

Reconhece-se: Padre Dinis
, ?; ?; Priscila; Mena Bajouca; Filomena Simões; Isabel Gomes;. Neves; Anabela Pedrinho;Isabel Jorge/Belucha; ?; ?;Niki Jorge; Isaura;Nanda Ferreira; Joana Lisboa; Edna Branca ;Rosário Ilha ; Ani Figueiredo;
Mães ou familiares: Antonieta Bagarrão Lisboa (Dédé); Edite Gomes; Aida Ferreira; Gertrudes Gomes; Lurdes Ilha Madres: Moita ; Correia; ??
Foto gentilmente cedida por Pedro Ilha.



https://www.youtube.com/watch?v=zO9auW89AXM

01 outubro 2008

Finalistas da Escola Comercial Bartolomeu Dias em Porto Alexandre : ano lectivo 1973/1974
























































Finalistas da ECBD ano lectivo 1973/1974.
in MAZUNGUE
Clicar aqui para ver mais fotos e Relatório da Excursão a Luanda e outras paragens de Angola de finalistas dos Cursos Comercial e Formação Feminina do ano Lectivo 1973/1974, excursão essa feita num autocarro de carreira da EVA (Empresa de Viação de Angola) alugado pelos alunos.
Fical aqui alguns nomes e algumas das alunas destas fotos: Arlete Trocado (Leta Xanduca), Rosita, Nandita Cardoso, Zery Prazeres...
Quanto aos restantes alunos e alunas, espero a vossa colaboração em comentários, OK?