27 abril 2007

Estudantes da Escola Com. e Industrial de Moçâmedes em excursão à Matala.





Grupo de estudantes da Escola Comercial e Industrial de Moçâmedes no decurso de uma excursão à Matala. Da esq. para a dt. Em cima: Aurora Vieira, Lurdes Infante da Câmara, Ivone Serra, Maria José Gastão, Mitsi Aboim, Maria do Carmo Domingues, Maria da Graça Nunes de Sousa, ? , Lili Salvador, Fausto Gomes, Maria Helena Anselmo e?
Embaixo: desconheço

 

Da esq. para a dt. Em cima: ?, Lurdes Infante da Câmara, Maria da Graça Nunes de Sousa, Lili Salvador, Maria do Carmo Domingues, Mitsi Aboim, Graciete (gémea), Ivone Serra e Luisa (gémea)
Em baixo: Dudu Ferreira da Silva, Marmelete, Fausto Ferreira, Luis Dolbeth e Costa, Cocas Ferreira da Silva, ?, José Fernando Soares, Álvaro da Silva Jardim (Chamenga) e Aldorindo.


As raparigas, umas eram, tal como os rapazes, do Curso Comercial, outras, do Curso de Formação Feminina.

A ideia da criação de colonatos no interior de Angola com gente do campo vinda da Metropole estava concretizada na prática, mas segundo críticos entendidos foi o maior sorvedouro de dinheiro, dos quais não se retirou qualquer benefício para o tesouro público. Um capital delapidado sem qualquer retorno.  O governo central  insistiu até à exaustão nos colonatos sempre segundo um esquema do século XIX, e sempre incidindo nos mesmos erros: indução sem a necessária experimentação. Neles consumiu verbas astronómicas, os resultados foram o fracasso.


Para saber mais sobre este colonato modelo e sobre as causas que levaram a que acabasse por redundar como tantos outros num autêntico fracasso, restando ao colono, obrigado a descontar para amortizar os investimentos, um rendimento tão baixo que após suportar as despesas essenciais sequer dava para poder ter um nível de vida razoável... clicar aqui: A colonização portuguesa e os colonatos - Angola

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